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Atualização do WhatsApp traz novos recursos e novos controles de administração

Atualização do WhatsApp traz  novos recursos e novos controles de administração

Atualização do WhatsApp traz novos recursos e novos controles de administração

Atualização do WhatsApp traz  novos recursos e novos controles de administração

A última atualização lançada para os usuários do WhatsApp anuncia a chegada de um lote de novos recursos de mensagens em grupo.

Disponível para usuários iOS e Android, os novos recursos incluem uma opção “catch up” de estilo Slack, e também é possível adicionar uma descrição aos bate-papos em grupo e pesquisar participantes individuais.

As mensagens de grupo se tornaram cada vez mais importantes para o WhatsApp nos últimos tempos, pois os usuários recorrem ao aplicativo para manter contato não apenas com amigos e familiares, mas também com colegas de trabalho.

Os novos recursos serão de particular interesse para grupos maiores, mas também atrai grupos menores de tagarelas.

O WhatsApp compartilha detalhes sobre a atualização em uma postagem do blog :

  • Descrição do grupo:  uma breve sinopse encontrada nas informações do grupo que permite definir a finalidade, as diretrizes ou os tópicos do grupo. Quando uma nova pessoa ingressar em um grupo, a descrição aparecerá no topo do bate-papo.
  • Controles de administrador:  nas configurações de grupo, agora há um controle que permite que os administradores restrinjam quem pode alterar o assunto, o ícone e a descrição do grupo.
  • Recuperação de grupo:  quando você estiver fora de um bate-papo em grupo, acompanhe rapidamente as mensagens que mencionam ou respondam a você tocando em um novo botão @ exibido no canto inferior direito do bate-papo.
  • Pesquisa do participante:  encontre alguém em um grupo pesquisando os participantes na página de informações do grupo.

Atualização do WhatsApp traz  novos recursos e novos controles de administração

O WhatsApp também diz que os administradores agora podem remover permissões de administrador de outros participantes do grupo, e os criadores do grupo não podem mais ser removidos do grupo iniciado.

Fonte: Betanews – Acessado em 15/05/2018 – às 22:00

Atualização do WhatsApp traz novos recursos e novos controles de administração

Atualização do WhatsApp traz  novos recursos e novos controles de administração

A última atualização lançada para os usuários do WhatsApp anuncia a chegada de um lote de novos recursos de mensagens em grupo.

Disponível para usuários iOS e Android, os novos recursos incluem uma opção “catch up” de estilo Slack, e também é possível adicionar uma descrição aos bate-papos em grupo e pesquisar participantes individuais.

As mensagens de grupo se tornaram cada vez mais importantes para o WhatsApp nos últimos tempos, pois os usuários recorrem ao aplicativo para manter contato não apenas com amigos e familiares, mas também com colegas de trabalho.

Os novos recursos serão de particular interesse para grupos maiores, mas também atrai grupos menores de tagarelas.

O WhatsApp compartilha detalhes sobre a atualização em uma postagem do blog :

  • Descrição do grupo:  uma breve sinopse encontrada nas informações do grupo que permite definir a finalidade, as diretrizes ou os tópicos do grupo. Quando uma nova pessoa ingressar em um grupo, a descrição aparecerá no topo do bate-papo.
  • Controles de administrador:  nas configurações de grupo, agora há um controle que permite que os administradores restrinjam quem pode alterar o assunto, o ícone e a descrição do grupo.
  • Recuperação de grupo:  quando você estiver fora de um bate-papo em grupo, acompanhe rapidamente as mensagens que mencionam ou respondam a você tocando em um novo botão @ exibido no canto inferior direito do bate-papo.
  • Pesquisa do participante:  encontre alguém em um grupo pesquisando os participantes na página de informações do grupo.

Atualização do WhatsApp traz  novos recursos e novos controles de administração

O WhatsApp também diz que os administradores agora podem remover permissões de administrador de outros participantes do grupo, e os criadores do grupo não podem mais ser removidos do grupo iniciado.

Fonte: Betanews – Acessado em 15/05/2018 – às 22:00

Aplicativo Opera VPN será descontinuado

Aplicativo Opera VPN será descontinuado

A Opera lançou seu aplicativo Opera VPN para Android e iOS há dois anos . O aplicativo gratuito forneceu aos usuários criptografia VPN segura para a Web (com suporte para falsificação de um dos cinco países), além do bloqueio de anúncios e cookies de rastreamento.

No momento em que a privacidade está na vanguarda da mente de muitas pessoas, e as VPNs estão crescendo em popularidade, talvez seja uma surpresa ouvir que a Opera tomou a decisão de descontinuar seu aplicativo a partir de 30 de abril. o final deste mês.

Aplicativo Opera VPN será descontinuado

Anunciado peço movimento, o Opera disseram:

Estamos interrompendo o aplicativo Opera VPN para iOS e Android em 30 de abril de 2018. Mas não se preocupe. Estamos ajudando a garantir que sua privacidade ainda seja cuidada.

Todos os usuários do Opera Gold têm a opção de resgatar uma assinatura gratuita de 1 ano para o SurfEasy Ultra VPN.

Este é um upgrade gratuito para usuários do Opera Gold, já que o SurfEasy Ultra oferece uso ilimitado em até cinco dispositivos, acesso a 28 regiões e uma política rigorosa de não-registro.

O SurfEasy também está disponível em mais plataformas, suportando atualmente dispositivos Windows, Mac, iOS, Android e Amazon.

Os usuários poderão desfrutar de suporte ao cliente de classe mundial também. Os usuários do Opera Gold poderão migrar na versão mais recente do aplicativo Opera VPN para iOS.

Os usuários do Opera que não estão no plano Opera Gold poderão resgatar um desconto de 80% no SurfEasy Total VPN através da versão mais recente dos aplicativos Opera VPN para iOS e Android.

Aplicativo Opera VPN será descontinuado

Resumindo, o Opera diz: “Todos nós aqui no Opera VPN (incluindo Olaf) estamos sinceramente gratos por todo o seu apoio ao longo dos últimos dois anos, e sentimos muito por qualquer inconveniente que isso possa causar.”

Embora o Opera não tenha dado um motivo para o fim do aplicativo, o fato de ser muito popular entre os cidadãos chineses que querem contornar as severas restrições à Internet do país pode ter algo a ver com isso. O Opera agora está em mãos chinesas, então não é difícil fazer essa conexão.

 

A Opera lançou seu aplicativo Opera VPN para Android e iOS há dois anos . O aplicativo gratuito forneceu aos usuários criptografia VPN segura para a Web (com suporte para falsificação de um dos cinco países), além do bloqueio de anúncios e cookies de rastreamento.

No momento em que a privacidade está na vanguarda da mente de muitas pessoas, e as VPNs estão crescendo em popularidade, talvez seja uma surpresa ouvir que a Opera tomou a decisão de descontinuar seu aplicativo a partir de 30 de abril. o final deste mês.

Aplicativo Opera VPN será descontinuado

Anunciado peço movimento, o Opera disseram:

Estamos interrompendo o aplicativo Opera VPN para iOS e Android em 30 de abril de 2018. Mas não se preocupe. Estamos ajudando a garantir que sua privacidade ainda seja cuidada.

Todos os usuários do Opera Gold têm a opção de resgatar uma assinatura gratuita de 1 ano para o SurfEasy Ultra VPN.

Este é um upgrade gratuito para usuários do Opera Gold, já que o SurfEasy Ultra oferece uso ilimitado em até cinco dispositivos, acesso a 28 regiões e uma política rigorosa de não-registro.

O SurfEasy também está disponível em mais plataformas, suportando atualmente dispositivos Windows, Mac, iOS, Android e Amazon.

Os usuários poderão desfrutar de suporte ao cliente de classe mundial também. Os usuários do Opera Gold poderão migrar na versão mais recente do aplicativo Opera VPN para iOS.

Os usuários do Opera que não estão no plano Opera Gold poderão resgatar um desconto de 80% no SurfEasy Total VPN através da versão mais recente dos aplicativos Opera VPN para iOS e Android.

Aplicativo Opera VPN será descontinuado

Resumindo, o Opera diz: “Todos nós aqui no Opera VPN (incluindo Olaf) estamos sinceramente gratos por todo o seu apoio ao longo dos últimos dois anos, e sentimos muito por qualquer inconveniente que isso possa causar.”

Embora o Opera não tenha dado um motivo para o fim do aplicativo, o fato de ser muito popular entre os cidadãos chineses que querem contornar as severas restrições à Internet do país pode ter algo a ver com isso. O Opera agora está em mãos chinesas, então não é difícil fazer essa conexão.

 

Privacidade no Facebook é possível sim

Privacidade no Facebook é possível sim

O site Gizmodo preparou 10 dicas essenciais para você ter privacidade no Facebook e sim é possível.

Hoje uma postagem errada ou uma curtida errada pode lhe render muita dor de cabeça principalmente se você estiver a procura de emprego…

Aquela sua foto bebendo todas uma simples curtida em propaganda de cigarro ou bebidas alcólicas podem te deixar de fora em uma vaga de emprego e dependendo da curtida pode até lhe render um processo.

O melhor a fazer é seguir a risca essas dicas e se a dica estiver antiga porque o Facebook muda muito as coisas, procure por semelhantes e tenha o Facebook em suas mãos.

 

Dica #1: Por onde começar?

Novo menu de privacidade do Facebook.Antes de ir à luta, é importante saber quais são as suas armas. O Facebook facilitou as coisas nessa última atualização: agora há um botão dedicado à privacidade na barra superior. Ele dá acesso direto a três opções, presumivelmente as mais requisitadas pelos usuários:

  • Quem pode ver minhas coisas?
  • Quem pode entrar em contato comigo?
  • Como eu faço para impedir alguém de me incomodar?

Meio escondido, no topo desse menu existe uma barra de busca. Digite um termo qualquer e a parte inferior muda, mostrando artigos da ajuda do Facebook que possivelmente respondem a sua dúvida. Por fim, o último link o leva para as configurações completas de privacidade. Marque este link, voltaremos a ele algumas vezes.

Dica #2: O que é obrigatoriamente público no Facebook

Apesar de uma plataforma, o Facebook ainda é, antes de tudo, uma rede social. E como tal, o relacionamento entre as pessoas precisa estar presente, tem que haver alguma forma de elas se encontrarem lá dentro.

É esse o argumento que o site usa para tornar público, compulsoriamente, alguns pontos do seu perfil. Nada muito grave, porém:

  • Nome;
  • Foto do perfil;
  • Foto da capa;
  • Gênero;
  • Nome de usuário;
  • ID de usuário (número da conta); e
  • Redes.

Com essas informações, outras pessoas podem encontrá-lo dentro do Facebook. Com o gênero, poderá adequar alguns rótulos, como referir-se a você no feminino se for mulher. E as redes, para que outros dentro delas possam compartilhar conteúdo contigo. Esta página explica com mais detalhes o porquê dessa obrigatoriedade.

Dica #3: Definindo quem pode ver as minhas atualizações

Ícones de privacidade.Cada foto, atualização ou compartilhamento que você publica tem controles individuais — o Facebook chama esse controle, mostrado na imagem ao lado, de “seletor de público”. O conteúdo pode ser público, somente para amigos, somente para amigos (exceto conhecidos), somente eu (ainda hoje me questiono a utilidade dessa opção) e personalizado, que permite escolher amigos ou listas para os quais ele será visível. Fique atento no rodapé dos campos de atualização; além do rótulo, há ícones que indicam o alcance da atualização.

Se você optar por “Personalizado”, uma janela aparecerá para que você faça a seleção de quem pode e/ou de quem não pode ver o conteúdo prestes a ser publicado. Em outras palavras, essa opção não é só inclusiva, ela pode ser exclusiva, ou seja, “mostrar essa foto para todos os meus amigos, menos Fulano e Ciclano”. Vale para listas também. Basta começar a digitar o nome da pessoa (ou lista) e o auto-completar entrará em ação. No caso da lista inclusiva (quem pode ver), lembre-se de marcar “Pessoas ou listas específicas…” para habilitar o campo de digitação.

Seletor de público configurado em 'Personalizado'.

Além dessas opções, dá para limitar a exibição a listas. Elas aparecem logo na sequência das opções citadas acima, no seletor de público.

A coisa complica um pouco apenas quando você marca outras pessoas na atualização ou na foto. Ao inserir a citação, se o seletor de público não estiver configurado para “Público” ou “Personalizado”, ele ganhará um “(+)” à frente. Isso indica que os amigos da(s) pessoa(s) marcada(s) também verão essa atualização. Caso não queira que isso aconteça, clique no seletor, marque “Personalizado” e, quando a caixa de opções aparecer na tela, desmarque a opção “Amigos de pessoas marcadas e convidados do evento”.

Dica #4: Seja drástico e torne todo o conteúdo antigo restrito a amigos

Restringir publicações passadas.

Você nunca se ligou nisso e todas as suas atualizações sempre foram públicas. Agora, o arrependimento bateu. Como reverter essa situação? Se passou pela sua cabeça editar manualmente cada atualização já publicada, pare. Existe uma forma automática bem mais fácil.

Vá às Configurações de privacidade, role a página e clique no link “Limitar publicações anteriores”. Uma janelinha aparecerá no meio da tela, com um sinal de alerta bem espalhafatoso, dizendo:

“Se você usar essa ferramenta, o conteúdo compartilhado com amigos de amigos ou Público na sua linha do tempo será alterado para Amigos. Lembrete: as pessoas que estão marcadas e os amigos delas também poderão ver essas publicações.”

É basicamente isso. Todas as publicações antigas marcadas como “Público” ou “Amigos de amigos” serão visíveis apenas a amigos (e pessoas marcadas) se você clicar no botão “Limitar publicações passadas”. Pondere bem essa decisão — ela é irreversível.

Dica #5: Estou bem? Veja como é o seu perfil público

Veja como é seu perfil público.

Quando você acessa a sua página/perfil/Timeline no Facebook, vê ela com poderes irrestritos — afinal, tudo o que aparece nela está visível. Quem faz bom uso do seletor de público sabe que, aos olhos dos outros, amigos ou seguidores (já tem isso).

Felizmente, o Facebook oferece uma ferramenta de visualização, para que você veja o seu perfil pelos olhos dos outros. Acesse-a aqui. Este link, no caso, mostra o seu perfil (obviamente é preciso estar logado) como é visto publicamente, ou seja, pelos seus assinantes e por quem não é seu amigo (nem assinante). No topo da página existe um campo onde você pode começar a digitar o nome de algum contato, dar Enter e ver como ele te vê no Facebook.

Dica #6: Proíba seus amigos de publicarem no seu perfil

Por padrão, você e seus amigos podem escrever na sua Timeline (ou Linha do tempo), o seu perfil no Facebook. Isso pode ser alterado facilmente, no caso, para evitar que seus amigos publiquem no seu perfil. Para tanto, entre na página Linha do tempo e configurações de marcações. Você verá esse monte de opções:

Linha do tempo e configurações de marcações.

A opção desejada é a primeira (“Quem pode publicar em sua linha do tempo?”). Clique no link à direita e marque “Ninguém”. Dessa forma, apenas você poderá publicar em seu próprio perfil. Se estiver sofrendo com amigos sem noção, é uma boa saída!

Essa tela reserva outras opções bem interessantes e úteis. Vejamos nas dicas abaixo.

Dica #7: Evite ser marcado em fotos e atualizações que não quiser

Marcações são analisadas antes de caírem na sua linha do tempo.

Essa é uma das melhores dicas. Ela evita, por exemplo, que aquelas imagens de divulgação do show de sertanejo universitário onde aquele seu amigo mala te marcou apareça direto na sua Timeline. Falo da análise da linha do tempo.

Na mesma tela acima (esta), expanda a segunda opção (“Analisar publicações nas quais amigos marcam você antes de serem exibidas na sua linha do tempo?”) e ative-a. Agora, qualquer atualização em que você for citado, seja em texto, seja em fotos, não cairá diretamente na sua Timeline; ela ficará pendente de análise no Registro de atividades.

Análise da Linha do Tempo

O Registro de atividades é um relatório de tudo o que acontece e do que você faz no Facebook. Até as músicas que ouve, caso use algum app com compartilhamento sem fricção (Rdio e Spotify, por exemplo).

Dentro dele está a Análise da linha do tempo, que concentra as atualizações onde você foi marcado e permite liberá-las (para que apareçam na sua Timeline) ou rejeitá-las. A rejeição significa que a atualização continuará existindo, você continuará marcado nela, mas ela não aparecerá na sua linha do tempo — e consequentemente, seus amigos não a verão por ali.

Análise da linha do tempo.

O bloco seguinte (“Quem pode ver as coisas na minha linha do tempo?”) tem relação com o assunto. Nas duas opções abaixo você define quem pode ver essas atualizações — ou seja, as de outras pessoas que marcaram você nas fotos e que apareceram na sua linha do tempo — e as publicações de outras pessoas diretamente na sua linha do tempo. A primeira acaba não sendo tão importante se a análise estiver habilitada, mas a segunda é bacana caso seus amigos gostem de uma zoeira no seu perfil, mas isso acabe pegando mal com a chefia — basta, no caso, exclui-lo dos que podem ver publicações dos seus amigos na sua linha do tempo.

Dica #8: Qual a diferença entre análise da linha do tempo e análise de marcação?

Ainda naquela caixa de opções, existe uma opção que pode soar confusa: análise de marcação. Ela não diz respeito diretamente a você, mas pode afetar seus amigos — então é bom ficar de olho. Ativando essa opção (em tempo, “Analise as marcações adicionadas pelas pessoas às suas publicações no Facebook.”), quando alguém marcar outra pessoa em uma foto, a marcação não se torna visível imediatamente. É preciso que você a autorize.

Esse processo é a análise de marcação. A que diz respeito a você, citada no parágrafo acima, é a análise da linha do tempo.

Dica #9: Não seja garoto(a)-propaganda das marcas que você curtiu no Facebook

Provavelmente o maior problema do Facebook atualmente. Quando você curte uma página, essa informação pode ser usada para fins publicitários. Digamos que você curtiu a marca de cerveja “X” e, tempos depois, essa marca resolve fazer uma ação no Facebook. Ela pode usar o seu curtir para incentivar os seus amigos a curtirem a página dela também.

Status patrocinado no Facebook.

Isso acontece com mais regularidade nos apps móveis, mas não é difícil se deparar, também na web, com “publicações patrocinadas”, “histórias patrocinadas” e anúncios “endossados” por seus amigos. A história de Nathan Kontny ilustra bem essa situação no mínimo chata:

“Então, algumas semanas atrás, minha esposa disse “Você realmente gosta do [termostato] Nest.” Ok. O quê? Isso está começando a irritar, a mim e a ela. Eu nem tenho esse produto. Curtir a página deles foi uma forma de ajudar um pouco a divulgá-los, não colocar “Nest. Nest. Nest.” no topo do feedo do Facebook da minha esposa de modo que ela não consegue sequer separá-lo das coisas que eu realmente compartilho ou curto e que queira que ela veja hoje.”

Anúncios com seu nome? Nunca mais.

Ele também dá o caminho das pedas: esta página. São duas opções aqui e, se você não tem a intenção de ser garoto(a)-propaganda gratuitamente das páginas/marcas que já curtiu, recomendo marcar as duas com “Ninguém”. A primeira, inclusive, é muito agressiva, muito perigosa (grifo nosso):

“O Facebook não dá a aplicativos de terceiros ou redes de anúncios o direito de usar seu nome ou foto em anúncios. Se isso for permitido no futuro, a configuração escolhida por você determinará como as suas informações serão usadas.”

Dica #10: E os aplicativos? Como controlar o que eles publicam?

Isso também é importante. Alguns aplicativos do Facebook pedem permissão para publicar na sua Timeline — e se você não concordar com isso, acaba não podendo instalá-los.

Atenção! As telas abaixo, segundo o Facebook, mudarão em breve. Elas ficarão mais simples (e com menos informações), mas a essência das ações tomadas continuará a mesma.

Uma dica meio gambiarra, mas que pode te livrar de algumas saias-justas: na hora de “instalar” o app, selecione “Somente eu” no seletor de público. Caso o app em questão publique algo, só você verá e, assim, terá toda a tranquilidade para apagar a atualização e removê-lo do seu perfil. (Taí, finalmente uma utilidade para esse “Somente eu”.)

Publique somente para mim, app.

A remoção, bem como o controle das permissões de todos os aplicativos conectados ao seu perfil, estão nesta página. Logo no primeiro bloco, em “Aplicativos que você usa”, há uma prévia dos últimos aplicativos usados. Clique em “Editar configurações” para ter uma visão ampla, de todos eles.

Clicando no botão “Editar” em qualquer um, aparecem várias informações e controles referentes ao comportamento daquele app. A mais importante, nesse contexto, é a primeira, “Posts on your behalf” (parece que ainda não traduziram). Ela determina quem vê as atualizações que aquele app publica em seu perfil. Algo mais… privado, por exemplo os trajetos que você faz no Endomondo/RunKeeper/Nike+, deveria ser restrito aos seus amigos. Analise caso a caso, se não o fez na época em que “instalou” esses aplicativos. É chato, mas vale o esforço.

Configurando permissões de apps.

Notificações dos aplicativos

Ali ainda dá para impedir que apps enviem notificações e remover completamente um aplicativo do seu perfil — há um link, após clicar em “Editar”, no canto superior direito do bloco, o “Remover aplicativo”. Aproveite que já está ali e faça a limpa. Se não costuma passar por essa página, é bem provável que exista um punhado de aplicativos que você nem usa, mas que ainda têm acesso às suas informações.

A “solução” proposta apenas esconde as atualizações, comentários e curtidas do usuário que publicou o aviso do seu feed. Ela não afeta ninguém além de vocês dois. Para entender melhor, vá lá ler o post.

O Facebook muda o tempo todo, é difícil que tutoriais como este permaneçam atualizados por muito tempo — faremos o possível para manter este a par com a rede social, porém. Felizmente, é raro o site mudar drasticamente as configurações que oferece. Na maioria das vezes as mudanças são estéticas, seja para melhorar a usabilidade, seja para esclarecer opções que não estavam tão claras quanto poderiam — caso dessa última.

 

Fonte: Gizmodo – Acessado em 07/09/2017 – às 12:35

O site Gizmodo preparou 10 dicas essenciais para você ter privacidade no Facebook e sim é possível.

Hoje uma postagem errada ou uma curtida errada pode lhe render muita dor de cabeça principalmente se você estiver a procura de emprego…

Aquela sua foto bebendo todas uma simples curtida em propaganda de cigarro ou bebidas alcólicas podem te deixar de fora em uma vaga de emprego e dependendo da curtida pode até lhe render um processo.

O melhor a fazer é seguir a risca essas dicas e se a dica estiver antiga porque o Facebook muda muito as coisas, procure por semelhantes e tenha o Facebook em suas mãos.

 

Dica #1: Por onde começar?

Novo menu de privacidade do Facebook.Antes de ir à luta, é importante saber quais são as suas armas. O Facebook facilitou as coisas nessa última atualização: agora há um botão dedicado à privacidade na barra superior. Ele dá acesso direto a três opções, presumivelmente as mais requisitadas pelos usuários:

  • Quem pode ver minhas coisas?
  • Quem pode entrar em contato comigo?
  • Como eu faço para impedir alguém de me incomodar?

Meio escondido, no topo desse menu existe uma barra de busca. Digite um termo qualquer e a parte inferior muda, mostrando artigos da ajuda do Facebook que possivelmente respondem a sua dúvida. Por fim, o último link o leva para as configurações completas de privacidade. Marque este link, voltaremos a ele algumas vezes.

Dica #2: O que é obrigatoriamente público no Facebook

Apesar de uma plataforma, o Facebook ainda é, antes de tudo, uma rede social. E como tal, o relacionamento entre as pessoas precisa estar presente, tem que haver alguma forma de elas se encontrarem lá dentro.

É esse o argumento que o site usa para tornar público, compulsoriamente, alguns pontos do seu perfil. Nada muito grave, porém:

  • Nome;
  • Foto do perfil;
  • Foto da capa;
  • Gênero;
  • Nome de usuário;
  • ID de usuário (número da conta); e
  • Redes.

Com essas informações, outras pessoas podem encontrá-lo dentro do Facebook. Com o gênero, poderá adequar alguns rótulos, como referir-se a você no feminino se for mulher. E as redes, para que outros dentro delas possam compartilhar conteúdo contigo. Esta página explica com mais detalhes o porquê dessa obrigatoriedade.

Dica #3: Definindo quem pode ver as minhas atualizações

Ícones de privacidade.Cada foto, atualização ou compartilhamento que você publica tem controles individuais — o Facebook chama esse controle, mostrado na imagem ao lado, de “seletor de público”. O conteúdo pode ser público, somente para amigos, somente para amigos (exceto conhecidos), somente eu (ainda hoje me questiono a utilidade dessa opção) e personalizado, que permite escolher amigos ou listas para os quais ele será visível. Fique atento no rodapé dos campos de atualização; além do rótulo, há ícones que indicam o alcance da atualização.

Se você optar por “Personalizado”, uma janela aparecerá para que você faça a seleção de quem pode e/ou de quem não pode ver o conteúdo prestes a ser publicado. Em outras palavras, essa opção não é só inclusiva, ela pode ser exclusiva, ou seja, “mostrar essa foto para todos os meus amigos, menos Fulano e Ciclano”. Vale para listas também. Basta começar a digitar o nome da pessoa (ou lista) e o auto-completar entrará em ação. No caso da lista inclusiva (quem pode ver), lembre-se de marcar “Pessoas ou listas específicas…” para habilitar o campo de digitação.

Seletor de público configurado em 'Personalizado'.

Além dessas opções, dá para limitar a exibição a listas. Elas aparecem logo na sequência das opções citadas acima, no seletor de público.

A coisa complica um pouco apenas quando você marca outras pessoas na atualização ou na foto. Ao inserir a citação, se o seletor de público não estiver configurado para “Público” ou “Personalizado”, ele ganhará um “(+)” à frente. Isso indica que os amigos da(s) pessoa(s) marcada(s) também verão essa atualização. Caso não queira que isso aconteça, clique no seletor, marque “Personalizado” e, quando a caixa de opções aparecer na tela, desmarque a opção “Amigos de pessoas marcadas e convidados do evento”.

Dica #4: Seja drástico e torne todo o conteúdo antigo restrito a amigos

Restringir publicações passadas.

Você nunca se ligou nisso e todas as suas atualizações sempre foram públicas. Agora, o arrependimento bateu. Como reverter essa situação? Se passou pela sua cabeça editar manualmente cada atualização já publicada, pare. Existe uma forma automática bem mais fácil.

Vá às Configurações de privacidade, role a página e clique no link “Limitar publicações anteriores”. Uma janelinha aparecerá no meio da tela, com um sinal de alerta bem espalhafatoso, dizendo:

“Se você usar essa ferramenta, o conteúdo compartilhado com amigos de amigos ou Público na sua linha do tempo será alterado para Amigos. Lembrete: as pessoas que estão marcadas e os amigos delas também poderão ver essas publicações.”

É basicamente isso. Todas as publicações antigas marcadas como “Público” ou “Amigos de amigos” serão visíveis apenas a amigos (e pessoas marcadas) se você clicar no botão “Limitar publicações passadas”. Pondere bem essa decisão — ela é irreversível.

Dica #5: Estou bem? Veja como é o seu perfil público

Veja como é seu perfil público.

Quando você acessa a sua página/perfil/Timeline no Facebook, vê ela com poderes irrestritos — afinal, tudo o que aparece nela está visível. Quem faz bom uso do seletor de público sabe que, aos olhos dos outros, amigos ou seguidores (já tem isso).

Felizmente, o Facebook oferece uma ferramenta de visualização, para que você veja o seu perfil pelos olhos dos outros. Acesse-a aqui. Este link, no caso, mostra o seu perfil (obviamente é preciso estar logado) como é visto publicamente, ou seja, pelos seus assinantes e por quem não é seu amigo (nem assinante). No topo da página existe um campo onde você pode começar a digitar o nome de algum contato, dar Enter e ver como ele te vê no Facebook.

Dica #6: Proíba seus amigos de publicarem no seu perfil

Por padrão, você e seus amigos podem escrever na sua Timeline (ou Linha do tempo), o seu perfil no Facebook. Isso pode ser alterado facilmente, no caso, para evitar que seus amigos publiquem no seu perfil. Para tanto, entre na página Linha do tempo e configurações de marcações. Você verá esse monte de opções:

Linha do tempo e configurações de marcações.

A opção desejada é a primeira (“Quem pode publicar em sua linha do tempo?”). Clique no link à direita e marque “Ninguém”. Dessa forma, apenas você poderá publicar em seu próprio perfil. Se estiver sofrendo com amigos sem noção, é uma boa saída!

Essa tela reserva outras opções bem interessantes e úteis. Vejamos nas dicas abaixo.

Dica #7: Evite ser marcado em fotos e atualizações que não quiser

Marcações são analisadas antes de caírem na sua linha do tempo.

Essa é uma das melhores dicas. Ela evita, por exemplo, que aquelas imagens de divulgação do show de sertanejo universitário onde aquele seu amigo mala te marcou apareça direto na sua Timeline. Falo da análise da linha do tempo.

Na mesma tela acima (esta), expanda a segunda opção (“Analisar publicações nas quais amigos marcam você antes de serem exibidas na sua linha do tempo?”) e ative-a. Agora, qualquer atualização em que você for citado, seja em texto, seja em fotos, não cairá diretamente na sua Timeline; ela ficará pendente de análise no Registro de atividades.

Análise da Linha do Tempo

O Registro de atividades é um relatório de tudo o que acontece e do que você faz no Facebook. Até as músicas que ouve, caso use algum app com compartilhamento sem fricção (Rdio e Spotify, por exemplo).

Dentro dele está a Análise da linha do tempo, que concentra as atualizações onde você foi marcado e permite liberá-las (para que apareçam na sua Timeline) ou rejeitá-las. A rejeição significa que a atualização continuará existindo, você continuará marcado nela, mas ela não aparecerá na sua linha do tempo — e consequentemente, seus amigos não a verão por ali.

Análise da linha do tempo.

O bloco seguinte (“Quem pode ver as coisas na minha linha do tempo?”) tem relação com o assunto. Nas duas opções abaixo você define quem pode ver essas atualizações — ou seja, as de outras pessoas que marcaram você nas fotos e que apareceram na sua linha do tempo — e as publicações de outras pessoas diretamente na sua linha do tempo. A primeira acaba não sendo tão importante se a análise estiver habilitada, mas a segunda é bacana caso seus amigos gostem de uma zoeira no seu perfil, mas isso acabe pegando mal com a chefia — basta, no caso, exclui-lo dos que podem ver publicações dos seus amigos na sua linha do tempo.

Dica #8: Qual a diferença entre análise da linha do tempo e análise de marcação?

Ainda naquela caixa de opções, existe uma opção que pode soar confusa: análise de marcação. Ela não diz respeito diretamente a você, mas pode afetar seus amigos — então é bom ficar de olho. Ativando essa opção (em tempo, “Analise as marcações adicionadas pelas pessoas às suas publicações no Facebook.”), quando alguém marcar outra pessoa em uma foto, a marcação não se torna visível imediatamente. É preciso que você a autorize.

Esse processo é a análise de marcação. A que diz respeito a você, citada no parágrafo acima, é a análise da linha do tempo.

Dica #9: Não seja garoto(a)-propaganda das marcas que você curtiu no Facebook

Provavelmente o maior problema do Facebook atualmente. Quando você curte uma página, essa informação pode ser usada para fins publicitários. Digamos que você curtiu a marca de cerveja “X” e, tempos depois, essa marca resolve fazer uma ação no Facebook. Ela pode usar o seu curtir para incentivar os seus amigos a curtirem a página dela também.

Status patrocinado no Facebook.

Isso acontece com mais regularidade nos apps móveis, mas não é difícil se deparar, também na web, com “publicações patrocinadas”, “histórias patrocinadas” e anúncios “endossados” por seus amigos. A história de Nathan Kontny ilustra bem essa situação no mínimo chata:

“Então, algumas semanas atrás, minha esposa disse “Você realmente gosta do [termostato] Nest.” Ok. O quê? Isso está começando a irritar, a mim e a ela. Eu nem tenho esse produto. Curtir a página deles foi uma forma de ajudar um pouco a divulgá-los, não colocar “Nest. Nest. Nest.” no topo do feedo do Facebook da minha esposa de modo que ela não consegue sequer separá-lo das coisas que eu realmente compartilho ou curto e que queira que ela veja hoje.”

Anúncios com seu nome? Nunca mais.

Ele também dá o caminho das pedas: esta página. São duas opções aqui e, se você não tem a intenção de ser garoto(a)-propaganda gratuitamente das páginas/marcas que já curtiu, recomendo marcar as duas com “Ninguém”. A primeira, inclusive, é muito agressiva, muito perigosa (grifo nosso):

“O Facebook não dá a aplicativos de terceiros ou redes de anúncios o direito de usar seu nome ou foto em anúncios. Se isso for permitido no futuro, a configuração escolhida por você determinará como as suas informações serão usadas.”

Dica #10: E os aplicativos? Como controlar o que eles publicam?

Isso também é importante. Alguns aplicativos do Facebook pedem permissão para publicar na sua Timeline — e se você não concordar com isso, acaba não podendo instalá-los.

Atenção! As telas abaixo, segundo o Facebook, mudarão em breve. Elas ficarão mais simples (e com menos informações), mas a essência das ações tomadas continuará a mesma.

Uma dica meio gambiarra, mas que pode te livrar de algumas saias-justas: na hora de “instalar” o app, selecione “Somente eu” no seletor de público. Caso o app em questão publique algo, só você verá e, assim, terá toda a tranquilidade para apagar a atualização e removê-lo do seu perfil. (Taí, finalmente uma utilidade para esse “Somente eu”.)

Publique somente para mim, app.

A remoção, bem como o controle das permissões de todos os aplicativos conectados ao seu perfil, estão nesta página. Logo no primeiro bloco, em “Aplicativos que você usa”, há uma prévia dos últimos aplicativos usados. Clique em “Editar configurações” para ter uma visão ampla, de todos eles.

Clicando no botão “Editar” em qualquer um, aparecem várias informações e controles referentes ao comportamento daquele app. A mais importante, nesse contexto, é a primeira, “Posts on your behalf” (parece que ainda não traduziram). Ela determina quem vê as atualizações que aquele app publica em seu perfil. Algo mais… privado, por exemplo os trajetos que você faz no Endomondo/RunKeeper/Nike+, deveria ser restrito aos seus amigos. Analise caso a caso, se não o fez na época em que “instalou” esses aplicativos. É chato, mas vale o esforço.

Configurando permissões de apps.

Notificações dos aplicativos

Ali ainda dá para impedir que apps enviem notificações e remover completamente um aplicativo do seu perfil — há um link, após clicar em “Editar”, no canto superior direito do bloco, o “Remover aplicativo”. Aproveite que já está ali e faça a limpa. Se não costuma passar por essa página, é bem provável que exista um punhado de aplicativos que você nem usa, mas que ainda têm acesso às suas informações.

A “solução” proposta apenas esconde as atualizações, comentários e curtidas do usuário que publicou o aviso do seu feed. Ela não afeta ninguém além de vocês dois. Para entender melhor, vá lá ler o post.

O Facebook muda o tempo todo, é difícil que tutoriais como este permaneçam atualizados por muito tempo — faremos o possível para manter este a par com a rede social, porém. Felizmente, é raro o site mudar drasticamente as configurações que oferece. Na maioria das vezes as mudanças são estéticas, seja para melhorar a usabilidade, seja para esclarecer opções que não estavam tão claras quanto poderiam — caso dessa última.

 

Fonte: Gizmodo – Acessado em 07/09/2017 – às 12:35

Elizabeth Rose cria o primeiro vídeo interativo da música

Elizabeth Rose cria o primeiro vídeo interativo da música

Elizabeth Rose cria o primeiro vídeo interativo da música

Elizabeth Rose cria o primeiro vídeo interativo da música

Apesar de vídeos de música terem eveloído com cinematografia inovadora e efeitos legais, eles ainda são em grande parte a mesma coisa – uma mistura de áudio e vídeo.

Há um ano atrás o Google Play anunciava uma colaboração com a cantora Elizabeth Rose para criar algo mais apropriado para a geração do milênio focada tecnologia – um vídeo de música interativa.

 

“Elizabeth Rose adora quando os fãs remixam e brincam com sua música. Então, para comemorar o lançamento de seu novo single ‘Playing With Fire’ foi criado um vídeo de música interativa para dispositivos móveis.

A canção é sobre loucas emoções que você sente em um relacionamento.

Ao tocar, passando e inclinando seu telefone durante o vídeo, você pode mexer com suas emoções, fazê-la chorar e até mesmo cortá-la pela metade”, diz  Sophie Hirst, o Google Play Gerente de marketing, Google Austrália.

Se você quiser experimentá-lo, você pode fazê-lo aqui .

O vídeo interativo não irá funcionar em todos os dispositivos, no entanto.

A experiência funciona melhor com toque e acelerador, ou seja, você vai precisar em alguns casos de um mouse para interagir da forma correta se você não estiver utilizando um dispositivo móvel compatível.

Independentemente de como você acessa , é uma explosão.

Esperemos que o Google não pare por aqui, e trabalhe com mais músicos, como interagir com os meios de comunicação definitivamente o torna mais divertido.

Elizabeth Rose cria o primeiro vídeo interativo da música

Elizabeth Rose cria o primeiro vídeo interativo da música

Apesar de vídeos de música terem eveloído com cinematografia inovadora e efeitos legais, eles ainda são em grande parte a mesma coisa – uma mistura de áudio e vídeo.

Há um ano atrás o Google Play anunciava uma colaboração com a cantora Elizabeth Rose para criar algo mais apropriado para a geração do milênio focada tecnologia – um vídeo de música interativa.

 

“Elizabeth Rose adora quando os fãs remixam e brincam com sua música. Então, para comemorar o lançamento de seu novo single ‘Playing With Fire’ foi criado um vídeo de música interativa para dispositivos móveis.

A canção é sobre loucas emoções que você sente em um relacionamento.

Ao tocar, passando e inclinando seu telefone durante o vídeo, você pode mexer com suas emoções, fazê-la chorar e até mesmo cortá-la pela metade”, diz  Sophie Hirst, o Google Play Gerente de marketing, Google Austrália.

Se você quiser experimentá-lo, você pode fazê-lo aqui .

O vídeo interativo não irá funcionar em todos os dispositivos, no entanto.

A experiência funciona melhor com toque e acelerador, ou seja, você vai precisar em alguns casos de um mouse para interagir da forma correta se você não estiver utilizando um dispositivo móvel compatível.

Independentemente de como você acessa , é uma explosão.

Esperemos que o Google não pare por aqui, e trabalhe com mais músicos, como interagir com os meios de comunicação definitivamente o torna mais divertido.

Android nas empresas: Nova plataforma ajuda na proteção

Android nas empresas: Nova plataforma ajuda na proteção

Android nas empresas: Nova plataforma ajuda na proteção

Android nas empresas: Nova plataforma promete ajuda na proteção

Permitindo o uso de dispositivos móveis e BYOD na empresa levou a novos desafios para as equipes de TI permitindo por exemplo Android nas empresas, nem como IOS

Toda a dificuldade é controlar quais aplicativos os funcionários podem acessar e como eles podem usá-los.

O provedor de soluções segurança OptioLabs está lançando uma nova plataforma que permitirá que as empresas criem políticas que controlam cada um dos 3.300 métodos do sistema no Android para fornecer proteções de segurança direcionados.

OptioInsight

OptioInsight, permite que a equipe de TI implante uma política situationally-aware para alcançar HIPAA, ou a conformidade FISMA para seus dispositivos móveis. 

Estas políticas situacionais sofisticadas irão aplicar controles automaticamente, com base no tempo, localização, rede e outros fatores – impor controles rígidos somente quando eles são necessários, e ainda preservar uma experiência móvel ideal para o usuário. 

Sendo baseado em nuvem, eles podem ser gerenciados a partir de qualquer navegador e pode ser hospedado pela OptioLabs ou em uma nuvem privada.

Perigo constante 

“A velocidade crescente e sofisticação das ameaças à segurança móvel pode facilmente superar até mesmo as melhores equipes da empresa de segurança cibernética e colocar dados confidenciais e críticos em risco”, diz Bill Anderson, Chief Product Officer da OptioLabs. 

“OptioInsight coloca equipes de segurança cibernética da empresa no controle, dando-lhes a capacidade de impor – com base na política – como aplicativos específicos são utilizados em todo o seu ambiente”.

Outras características incluem políticas de segurança sensíveis ao contexto através de dispositivos Optio-prontos. 

Isso significa que uma empresa pode definir políticas de segurança que se adaptam conforme o usuário móvel se move através de diferentes ambientes – garantindo uma segurança forte quando os recursos da empresa são usados, mas permitindo o acesso completo do usuário em outros momentos.

Active Directory

OptioInsight sincroniza com o Active Directory para herdar contas de usuário e trabalhos de grupo e irá atualizar automaticamente as políticas de dispositivo para usuários corporativos registrados. 

Ele também pode acompanhar sistema, aplicação, dispositivo e comportamento do usuário para todos os dispositivos Optio-pronto para produzir análise de dados de ameaças emergentes.

Você pode descobrir mais sobre OptioInsight no site da empresa.

Fonte: Betanews – Acessado em 11/07/2017

Android nas empresas: Nova plataforma ajuda na proteção

Android nas empresas: Nova plataforma promete ajuda na proteção

Permitindo o uso de dispositivos móveis e BYOD na empresa levou a novos desafios para as equipes de TI permitindo por exemplo Android nas empresas, nem como IOS

Toda a dificuldade é controlar quais aplicativos os funcionários podem acessar e como eles podem usá-los.

O provedor de soluções segurança OptioLabs está lançando uma nova plataforma que permitirá que as empresas criem políticas que controlam cada um dos 3.300 métodos do sistema no Android para fornecer proteções de segurança direcionados.

OptioInsight

OptioInsight, permite que a equipe de TI implante uma política situationally-aware para alcançar HIPAA, ou a conformidade FISMA para seus dispositivos móveis. 

Estas políticas situacionais sofisticadas irão aplicar controles automaticamente, com base no tempo, localização, rede e outros fatores – impor controles rígidos somente quando eles são necessários, e ainda preservar uma experiência móvel ideal para o usuário. 

Sendo baseado em nuvem, eles podem ser gerenciados a partir de qualquer navegador e pode ser hospedado pela OptioLabs ou em uma nuvem privada.

Perigo constante 

“A velocidade crescente e sofisticação das ameaças à segurança móvel pode facilmente superar até mesmo as melhores equipes da empresa de segurança cibernética e colocar dados confidenciais e críticos em risco”, diz Bill Anderson, Chief Product Officer da OptioLabs. 

“OptioInsight coloca equipes de segurança cibernética da empresa no controle, dando-lhes a capacidade de impor – com base na política – como aplicativos específicos são utilizados em todo o seu ambiente”.

Outras características incluem políticas de segurança sensíveis ao contexto através de dispositivos Optio-prontos. 

Isso significa que uma empresa pode definir políticas de segurança que se adaptam conforme o usuário móvel se move através de diferentes ambientes – garantindo uma segurança forte quando os recursos da empresa são usados, mas permitindo o acesso completo do usuário em outros momentos.

Active Directory

OptioInsight sincroniza com o Active Directory para herdar contas de usuário e trabalhos de grupo e irá atualizar automaticamente as políticas de dispositivo para usuários corporativos registrados. 

Ele também pode acompanhar sistema, aplicação, dispositivo e comportamento do usuário para todos os dispositivos Optio-pronto para produzir análise de dados de ameaças emergentes.

Você pode descobrir mais sobre OptioInsight no site da empresa.

Fonte: Betanews – Acessado em 11/07/2017

Você é viciado em celular?

Você é viciado em celular?

Você é viciado em celular?

Criados para otimizar o tempo e diminuir a dependência de um escritório fixo, os smartphones são símbolo de uma era em que “fazer-tudo-ao-mesmo-tempo-agora” é necessário para dar conta das muitas obrigações pessoais e profissionais.

Mas o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Hospital das Clínicas de São Paulo, alerta para o fato de que o cérebro precisa de momentos de relaxamento.

“A superestimulação pode gerar um quadro semelhante ao de estresse”, diz ele. Engana-se quem pensa que joguinhos, Twitter e sites de relacionamento configuram descanso. Nada disso relaxa, diz Abreu, que compara o fascínio pelo cigarro das gerações passadas ao vício em celulares atualmente.

Alguns sinais de alerta

G_smartphone.jpg

Os smartphones ainda não são utilizados em massa no Brasil, mas em apenas um ano as vendas cresceram 69,2%, segundo dados da consultoria Gartner. As amigas Maria Eduarda Souza, 20 anos, Jessica Resnick, 19, e Giovanna Nadruz, 20, trocam mensagens entre si durante as aulas na faculdade. Jessica usa seu smartphone como despertador, passa-tempo, computador etc. “É viciante mesmo”, admite.

O estudante Roberto Neto, 20 anos, não acredita que vá ficar dependente de seu BlackBerry como seu amigo Bernardo Zerkowski, da mesma idade, que “surta” sem seu iPhone. “Tenho o aparelho há dois anos e hoje não me adaptaria a um celular normal”, diz Bernardo.

Quem estiver em dúvida sobre quão grave é seu caso, pode baixar o aplicativo I Love BlackBerry, que calcula quantas horas o usuário deste aparelho gasta com ele. E descobrir se pertence à “Geração CrackBerry.”

 

Você é viciado em smartphones? Saiba como identificar

Outras possíveis soluções

Monitore o uso do próprio celular

De acordo com uma pesquisa, estudantes universitários passam de oito a dez horas por dia em seus smartphones. Ficar atento à frequência com que usa o aparelho, como ao contar quantas vezes você o consulta, vai ajudá-lo a ter uma ideia do vício. Caso já esteja ciente das proporções do problema, comece a traçar objetivos e possíveis soluções.

  • Baixe um aplicativo que faça a contagem do tempo que o aparelho é utilizado, como o Checky. Essa é informação pode ser usada para que o usuário determine um objetivo específico de quantas vezes ou horas do dia ele pode abrir o celular.

Crie um plano para o uso do celular

Limite o uso do dispositivo para um certo período do dia ou por um tempo máximo. Coloque um alarme para tocar quando chegar ao tempo limite de uso do celular no dia (das 18 h até as 20 h, por exemplo). Se quiser, evite usar o aparelho em certos momentos, como quando estiver trabalhando ou na escola. 

  • Escreva o plano e objetivos para que eles sejam mais concretos. Mantenha um registro de quais objetivos você completou e dos que ainda está correndo atrás.

Ofereça recompensas a si próprio por passar menos tempo usando o smartphone

Este conceito, chamado de reforço positivo, é utilizado na psicologia para que o paciente aprenda a adotar comportamentos positivos por meio do uso de um sistema de recompensas. Por exemplo: ao cumprir o objetivo de utilizar o celular por um tempo máximo do dia, coma seu prato favorito, compre um presentinho ou faça uma atividade que desejava.

Comece lentamente

Em vez de ser drástico e não usar mais o celular – algo que pode causar muita ansiedade –, reduza devagar a quantidade de tempo que usa o dispositivo. Comece, por exemplo, abrindo o celular apenas uma vez a cada 30 minutos, depois uma vez a cada duas horas e assim por diante.

  • Anote quantas vezes você consulta o celular por hora.
  • Use o aparelho apenas quando for necessário se comunicar com alguém ou em caso de emergências.

Guarde o smartphone

Coloque-o em um local onde você não o verá; ligue o modo silencioso no trabalho, na escola ou em qualquer outro lugar para não ser distraído.

Tire férias do seu celular

Corte totalmente o uso do smartphone por um curto período de tempo, como um fim de semana. 

  • Faça uma viagem ou uma trilha onde não há serviço de telefonia. Isso o forçará a não usar o dispositivo.
  • Avise parentes e amigos que você vai “sumir” por um tempo. Um simples post em uma rede social será o suficiente.

Altere as configurações do telefone

As notificações por “push” alertam o usuário sempre que um novo e-mail chega ou quando há uma nova atualização no perfil do Facebook. Desligue-as para reduzir as vezes que o aparelho toca ou vibra; desta forma, você não se distrairá sempre que algo ocorrer.

  • Faça um plano pré-pago como última alternativa. É como se você tivesse um cartão para fazer ligações de orelhões: para usar uma certa quantidade de minutos, será preciso pagar por ela. Ao chegar no limite do plano, o usuário não pode mais realizar ligações.

Mude a maneira com que pensa em relação ao celular

Mudar os pensamentos sobre o smartphone pode ajudar a alterar emoções e comportamentos. Em outras palavras, pensar no celular de outra maneira pode levá-lo a se sentir melhor, utilizando-o com menos frequência.

  • Ao perceber que está pensando em abrir o smartphone, lembre a si próprio de que isso não é importante e pode ficar para depois.
  • Da próxima vez que sentir a necessidade de utilizá-lo, pare e pense: “Eu realmente preciso enviar uma mensagem para essa pessoa agora? Ou posso fazer isso depois, quando a aula acabar?”

Concentre-se no “aqui e agora”

Sem dúvida alguma, a arte de estar consciente pode ajudá-lo a se concentrar e reduzir o impulso de usar o dispositivo. Tente se concentrar apenas no momento, prestando atenção no que está acontecendo no presente, incluindo os próprios pensamentos e reações.

Participe de outras atividades que façam com que você queira continuar desenvolvendo-as

Usar o celular, por exemplo, reforça o uso positivo do aparelho, que não é o objetivo. Em vez de usar o smartphone para se sentir melhor, faça outras alternativas, como exercícios físicos, um esporte, ou atividades criativas, como escrever ou desenhar.

Mantenha-se ocupado!

Com um plano específico para cada dia e concentrado em suas responsabilidades, você terá menos tempo para gastar usando o dispositivo. Além disso, os momentos livres serão utilizados para se dedicar aos seus objetivos e ser produtivo.

  • Caso não esteja empregado, procure emprego ou faça trabalho voluntário em uma organização local.
  • Encontre um novo hobby, como tricotar, costurar ou aprender a tocar um instrumento.
  • Passe mais tempo se dedicando às coisas que precisam ser feitas, como tarefas domésticas ou passar um dia com toda a família.

Redirecione sua atenção fazendo algo construtivo

Almeje fazer alguma coisa que seja importante em vez de usar o celular da próxima vez que sentir vontade. Concentre-se em seus próprios objetivos do presente. Faça uma lista de tarefas que não envolvem o uso do celular, e sempre que sentir a necessidade de utilizá-lo, pare e procure se dedicar às suas responsabilidades com calma.

Faça tarefas sociais de maneira diferente

Muito do desejo de usar o celular vem da vontade inata e evolucionária dos humanos de serem sociáveis. No entanto, existem outas opções para ser social que podem ser mais benéficas e darem satisfação no longo prazo. 

  • Em vez de mandar uma mensagem, escreva uma carta ou se encontre com um amigo ou colega para tomarem um lanche.
  • Em vez de postar uma foto no Instagram a cada minuto, convide um parente e mostre pessoalmente os retratos. Esse tipo de vínculo pode levar a um aumento na intimidade.

Substitua os hábitos

Pense em cada razão para usar o smartphone – enviar mensagens, e-mails, jogar, fazer e receber chamadas. Alguns destes hábitos podem ser necessários para o trabalho e seu dia a dia (e-mails de trabalho ou contato com um colega, por exemplo), enquanto outros só atrapalham a vida, as interações normais e suas responsabilidades. Tente substituir cada um deles por experiências mais sociais, produtivas e de qualidade.

  • Quando um dos problemas for jogar muito no celular, pense em alternativas, como convidar um amigo a vir em casa para disputarem um jogo de tabuleiro.
  • Ao passar muito tempo olhando perfis ou navegando em redes sociais, encontre-se com um amigo próximo ou parente e pergunte como ele está em vez de simplesmente ler sobre ele na internet.

Obtenha Apoio

Avise a todos sobre seu problema

Obter apoio social é um componente crucial para a manutenção de uma boa saúde mental. Ter uma rede de amigos e parentes que o apoiam aumenta a sensação de segurança e vínculo, componentes importantes ao pensar em limitar o uso de celular, já que ele pode ser, ao menos em parte, baseado em conexões sociais (envio de mensagens, uso de redes sociais). Mesmo que o uso do celular pareça ser positivo, ele pode limitar as pessoas, evitando que elas mantenham relações íntimas.

  • Conte a amigos e família, sem maiores rodeios, que você acha que utiliza o celular em excesso e quer cortar um pouco do uso. Explique que seria bom se eles o apoiassem nesta “empreitada”. Além disso, dê sugestões a eles e envolva-os no plano, pedindo que liguem ou enviem mensagens apenas em certas horas do dia.
  • Peça conselhos. Seus parentes o conhecem bem e poderão auxiliá-lo a desenvolver um plano voltado a reduzir o uso do celular.

Peça para que tenham compreensão em relação ao vício

Amigos e familiares precisam saber que, em alguns casos, você não ligará, enviará mensagem ou responderá a eles imediatamente por estar tentando reduzir a quantidade de tempo passada mexendo no aparelho. Se eles souberem da situação, provavelmente o compreenderão e não ficarão irritados.

 

Planeje encontros pessoalmente

Em vez de conversar mais usando o celular, é importante ter uma relação com as pessoas em um nível pessoal e íntimo, o que pode ser feito apenas pessoalmente. 

  • Faça um plano com amigos e parentes. Todo o tempo limitado que você passar usando o celular deve ser usado para conseguir fazer com que esse evento aconteça; desta forma, sua energia será usada de forma produtiva e por uma boa causa.

Vício do celular é uma doença… Confira neste post

 

Fontes: Isto É / Olhar Digital / WikiHow – Acessado em 29/05/2017

Você é viciado em celular?

Criados para otimizar o tempo e diminuir a dependência de um escritório fixo, os smartphones são símbolo de uma era em que “fazer-tudo-ao-mesmo-tempo-agora” é necessário para dar conta das muitas obrigações pessoais e profissionais.

Mas o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Hospital das Clínicas de São Paulo, alerta para o fato de que o cérebro precisa de momentos de relaxamento.

“A superestimulação pode gerar um quadro semelhante ao de estresse”, diz ele. Engana-se quem pensa que joguinhos, Twitter e sites de relacionamento configuram descanso. Nada disso relaxa, diz Abreu, que compara o fascínio pelo cigarro das gerações passadas ao vício em celulares atualmente.

Alguns sinais de alerta

G_smartphone.jpg

Os smartphones ainda não são utilizados em massa no Brasil, mas em apenas um ano as vendas cresceram 69,2%, segundo dados da consultoria Gartner. As amigas Maria Eduarda Souza, 20 anos, Jessica Resnick, 19, e Giovanna Nadruz, 20, trocam mensagens entre si durante as aulas na faculdade. Jessica usa seu smartphone como despertador, passa-tempo, computador etc. “É viciante mesmo”, admite.

O estudante Roberto Neto, 20 anos, não acredita que vá ficar dependente de seu BlackBerry como seu amigo Bernardo Zerkowski, da mesma idade, que “surta” sem seu iPhone. “Tenho o aparelho há dois anos e hoje não me adaptaria a um celular normal”, diz Bernardo.

Quem estiver em dúvida sobre quão grave é seu caso, pode baixar o aplicativo I Love BlackBerry, que calcula quantas horas o usuário deste aparelho gasta com ele. E descobrir se pertence à “Geração CrackBerry.”

 

Você é viciado em smartphones? Saiba como identificar

Outras possíveis soluções

Monitore o uso do próprio celular

De acordo com uma pesquisa, estudantes universitários passam de oito a dez horas por dia em seus smartphones. Ficar atento à frequência com que usa o aparelho, como ao contar quantas vezes você o consulta, vai ajudá-lo a ter uma ideia do vício. Caso já esteja ciente das proporções do problema, comece a traçar objetivos e possíveis soluções.

  • Baixe um aplicativo que faça a contagem do tempo que o aparelho é utilizado, como o Checky. Essa é informação pode ser usada para que o usuário determine um objetivo específico de quantas vezes ou horas do dia ele pode abrir o celular.

Crie um plano para o uso do celular

Limite o uso do dispositivo para um certo período do dia ou por um tempo máximo. Coloque um alarme para tocar quando chegar ao tempo limite de uso do celular no dia (das 18 h até as 20 h, por exemplo). Se quiser, evite usar o aparelho em certos momentos, como quando estiver trabalhando ou na escola. 

  • Escreva o plano e objetivos para que eles sejam mais concretos. Mantenha um registro de quais objetivos você completou e dos que ainda está correndo atrás.

Ofereça recompensas a si próprio por passar menos tempo usando o smartphone

Este conceito, chamado de reforço positivo, é utilizado na psicologia para que o paciente aprenda a adotar comportamentos positivos por meio do uso de um sistema de recompensas. Por exemplo: ao cumprir o objetivo de utilizar o celular por um tempo máximo do dia, coma seu prato favorito, compre um presentinho ou faça uma atividade que desejava.

Comece lentamente

Em vez de ser drástico e não usar mais o celular – algo que pode causar muita ansiedade –, reduza devagar a quantidade de tempo que usa o dispositivo. Comece, por exemplo, abrindo o celular apenas uma vez a cada 30 minutos, depois uma vez a cada duas horas e assim por diante.

  • Anote quantas vezes você consulta o celular por hora.
  • Use o aparelho apenas quando for necessário se comunicar com alguém ou em caso de emergências.

Guarde o smartphone

Coloque-o em um local onde você não o verá; ligue o modo silencioso no trabalho, na escola ou em qualquer outro lugar para não ser distraído.

Tire férias do seu celular

Corte totalmente o uso do smartphone por um curto período de tempo, como um fim de semana. 

  • Faça uma viagem ou uma trilha onde não há serviço de telefonia. Isso o forçará a não usar o dispositivo.
  • Avise parentes e amigos que você vai “sumir” por um tempo. Um simples post em uma rede social será o suficiente.

Altere as configurações do telefone

As notificações por “push” alertam o usuário sempre que um novo e-mail chega ou quando há uma nova atualização no perfil do Facebook. Desligue-as para reduzir as vezes que o aparelho toca ou vibra; desta forma, você não se distrairá sempre que algo ocorrer.

  • Faça um plano pré-pago como última alternativa. É como se você tivesse um cartão para fazer ligações de orelhões: para usar uma certa quantidade de minutos, será preciso pagar por ela. Ao chegar no limite do plano, o usuário não pode mais realizar ligações.

Mude a maneira com que pensa em relação ao celular

Mudar os pensamentos sobre o smartphone pode ajudar a alterar emoções e comportamentos. Em outras palavras, pensar no celular de outra maneira pode levá-lo a se sentir melhor, utilizando-o com menos frequência.

  • Ao perceber que está pensando em abrir o smartphone, lembre a si próprio de que isso não é importante e pode ficar para depois.
  • Da próxima vez que sentir a necessidade de utilizá-lo, pare e pense: “Eu realmente preciso enviar uma mensagem para essa pessoa agora? Ou posso fazer isso depois, quando a aula acabar?”

Concentre-se no “aqui e agora”

Sem dúvida alguma, a arte de estar consciente pode ajudá-lo a se concentrar e reduzir o impulso de usar o dispositivo. Tente se concentrar apenas no momento, prestando atenção no que está acontecendo no presente, incluindo os próprios pensamentos e reações.

Participe de outras atividades que façam com que você queira continuar desenvolvendo-as

Usar o celular, por exemplo, reforça o uso positivo do aparelho, que não é o objetivo. Em vez de usar o smartphone para se sentir melhor, faça outras alternativas, como exercícios físicos, um esporte, ou atividades criativas, como escrever ou desenhar.

Mantenha-se ocupado!

Com um plano específico para cada dia e concentrado em suas responsabilidades, você terá menos tempo para gastar usando o dispositivo. Além disso, os momentos livres serão utilizados para se dedicar aos seus objetivos e ser produtivo.

  • Caso não esteja empregado, procure emprego ou faça trabalho voluntário em uma organização local.
  • Encontre um novo hobby, como tricotar, costurar ou aprender a tocar um instrumento.
  • Passe mais tempo se dedicando às coisas que precisam ser feitas, como tarefas domésticas ou passar um dia com toda a família.

Redirecione sua atenção fazendo algo construtivo

Almeje fazer alguma coisa que seja importante em vez de usar o celular da próxima vez que sentir vontade. Concentre-se em seus próprios objetivos do presente. Faça uma lista de tarefas que não envolvem o uso do celular, e sempre que sentir a necessidade de utilizá-lo, pare e procure se dedicar às suas responsabilidades com calma.

Faça tarefas sociais de maneira diferente

Muito do desejo de usar o celular vem da vontade inata e evolucionária dos humanos de serem sociáveis. No entanto, existem outas opções para ser social que podem ser mais benéficas e darem satisfação no longo prazo. 

  • Em vez de mandar uma mensagem, escreva uma carta ou se encontre com um amigo ou colega para tomarem um lanche.
  • Em vez de postar uma foto no Instagram a cada minuto, convide um parente e mostre pessoalmente os retratos. Esse tipo de vínculo pode levar a um aumento na intimidade.

Substitua os hábitos

Pense em cada razão para usar o smartphone – enviar mensagens, e-mails, jogar, fazer e receber chamadas. Alguns destes hábitos podem ser necessários para o trabalho e seu dia a dia (e-mails de trabalho ou contato com um colega, por exemplo), enquanto outros só atrapalham a vida, as interações normais e suas responsabilidades. Tente substituir cada um deles por experiências mais sociais, produtivas e de qualidade.

  • Quando um dos problemas for jogar muito no celular, pense em alternativas, como convidar um amigo a vir em casa para disputarem um jogo de tabuleiro.
  • Ao passar muito tempo olhando perfis ou navegando em redes sociais, encontre-se com um amigo próximo ou parente e pergunte como ele está em vez de simplesmente ler sobre ele na internet.

Obtenha Apoio

Avise a todos sobre seu problema

Obter apoio social é um componente crucial para a manutenção de uma boa saúde mental. Ter uma rede de amigos e parentes que o apoiam aumenta a sensação de segurança e vínculo, componentes importantes ao pensar em limitar o uso de celular, já que ele pode ser, ao menos em parte, baseado em conexões sociais (envio de mensagens, uso de redes sociais). Mesmo que o uso do celular pareça ser positivo, ele pode limitar as pessoas, evitando que elas mantenham relações íntimas.

  • Conte a amigos e família, sem maiores rodeios, que você acha que utiliza o celular em excesso e quer cortar um pouco do uso. Explique que seria bom se eles o apoiassem nesta “empreitada”. Além disso, dê sugestões a eles e envolva-os no plano, pedindo que liguem ou enviem mensagens apenas em certas horas do dia.
  • Peça conselhos. Seus parentes o conhecem bem e poderão auxiliá-lo a desenvolver um plano voltado a reduzir o uso do celular.

Peça para que tenham compreensão em relação ao vício

Amigos e familiares precisam saber que, em alguns casos, você não ligará, enviará mensagem ou responderá a eles imediatamente por estar tentando reduzir a quantidade de tempo passada mexendo no aparelho. Se eles souberem da situação, provavelmente o compreenderão e não ficarão irritados.

 

Planeje encontros pessoalmente

Em vez de conversar mais usando o celular, é importante ter uma relação com as pessoas em um nível pessoal e íntimo, o que pode ser feito apenas pessoalmente. 

  • Faça um plano com amigos e parentes. Todo o tempo limitado que você passar usando o celular deve ser usado para conseguir fazer com que esse evento aconteça; desta forma, sua energia será usada de forma produtiva e por uma boa causa.

Vício do celular é uma doença… Confira neste post

 

Fontes: Isto É / Olhar Digital / WikiHow – Acessado em 29/05/2017

Nomofobia: Você pode ter a doença e não sabe

Nomofobia: Você pode ter a doença e não sabe

Nomofobia: Você pode ter a doença e não sabe

Nomofobia é a fobia causada pelo desconforto ou angústia resultante da incapacidade de comunicação através de aparelhos celulares ou computadores[1].

Surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar ou se vê incontactável estando em algum lugar sem seu aparelho de celular ou qualquer outro telemóvel ou computador com internet. É um termo muito recente, que tem origem nos diminutivos inglês No-Mo, ou No-Mobile, que significa Sem telemóvel. Daí a expressão “Nomofobia” ou fobia de ficar sem um aparelho de comunicação móvel.

O termo surgiu na Inglaterra, onde mais de 50% da população é possuidora de telemóveis e mais de 13 milhões de britânicos, em pesquisa realizada pelo Instituto YouGov para o Departamento de Telefonia dos Correios britânicos.

Quais são os sintomas de um nomofóbico?

Os principais sintomas da abstinência do celular são: angustia, vazio existencial (a vida parece não ter mais sentido), desespero, estresse, irritabilidade, náuseas, taquicardia, sudorese, tensão muscular, panico, dentre outras manifestações.

Dopamina e internet:

Não podemos falar de dependência ou vicio sem compreendermos como isto acontece nos bastidores do nosso querido cérebro. Por este motivo, é imperativo falar da dopamina, a molécula do prazer, pois ela está diretamente relacionada com o nosso circuito de recompensa. A dependência do smartphone é como um vicio qualquer, apresentando, portanto, potencial aditivo e tendo como pressuposto a exclusividade, a tolerância e a abstinência, tendo igualmente a participação da dopamina em seus processos bioquímicos.

Além disso, o uso exagerado do aparelho pode causar inúmeros problemas de saúde física como: problemas de coluna, torcicolo, tendinites, insonia, estresse, ressecamento da retina, perdas auditivas, dentre outros.

Problemas de ordem emocional e psicossocial não ficam de fora, pois nossas crianças e adolescentes constantemente conectadas no mundo virtual, sofrem perda na capacidade de interação interpessoal, pois estes não desgrudam do celular para poder ficar mais tempo nos jogos e nos chats, esquecendo de interagir com pessoas reais e de realizar atividades cotidianas normais. Em alguns paises, o uso excessivo do celular já é um problema de saúde publica.

O grande X da questão

O grande X da questão é que todos os dispositivos que os smartphones e tablets oferecem é o de proporcionar prazer e recompensa.

Através desta logica, se algo nos proporciona prazer (ou dopamina no cérebro) a estratégia ou recurso mais eficaz, é substituir o prazer ocasionado pelo uso do celular,por outros reforçadores que podemos encontrar no nosso ambiente:

Um amor real, atividades esportivas e interativas, a companhia de amigos em uma festa, tentar resgatar hábitos positivos e mantenedores de relacionamentos reais com amigos e principalmente com a família, e assim resgatar o afeto, o carinho, o toque e o “olho no olho”. Em outras palavras, presentificar as nossas vivencias reais.

Fonte: Psiconlinews  – Acessado em 24/05/2017

Nomofobia: Você pode ter a doença e não sabe

Nomofobia é a fobia causada pelo desconforto ou angústia resultante da incapacidade de comunicação através de aparelhos celulares ou computadores[1].

Surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar ou se vê incontactável estando em algum lugar sem seu aparelho de celular ou qualquer outro telemóvel ou computador com internet. É um termo muito recente, que tem origem nos diminutivos inglês No-Mo, ou No-Mobile, que significa Sem telemóvel. Daí a expressão “Nomofobia” ou fobia de ficar sem um aparelho de comunicação móvel.

O termo surgiu na Inglaterra, onde mais de 50% da população é possuidora de telemóveis e mais de 13 milhões de britânicos, em pesquisa realizada pelo Instituto YouGov para o Departamento de Telefonia dos Correios britânicos.

Quais são os sintomas de um nomofóbico?

Os principais sintomas da abstinência do celular são: angustia, vazio existencial (a vida parece não ter mais sentido), desespero, estresse, irritabilidade, náuseas, taquicardia, sudorese, tensão muscular, panico, dentre outras manifestações.

Dopamina e internet:

Não podemos falar de dependência ou vicio sem compreendermos como isto acontece nos bastidores do nosso querido cérebro. Por este motivo, é imperativo falar da dopamina, a molécula do prazer, pois ela está diretamente relacionada com o nosso circuito de recompensa. A dependência do smartphone é como um vicio qualquer, apresentando, portanto, potencial aditivo e tendo como pressuposto a exclusividade, a tolerância e a abstinência, tendo igualmente a participação da dopamina em seus processos bioquímicos.

Além disso, o uso exagerado do aparelho pode causar inúmeros problemas de saúde física como: problemas de coluna, torcicolo, tendinites, insonia, estresse, ressecamento da retina, perdas auditivas, dentre outros.

Problemas de ordem emocional e psicossocial não ficam de fora, pois nossas crianças e adolescentes constantemente conectadas no mundo virtual, sofrem perda na capacidade de interação interpessoal, pois estes não desgrudam do celular para poder ficar mais tempo nos jogos e nos chats, esquecendo de interagir com pessoas reais e de realizar atividades cotidianas normais. Em alguns paises, o uso excessivo do celular já é um problema de saúde publica.

O grande X da questão

O grande X da questão é que todos os dispositivos que os smartphones e tablets oferecem é o de proporcionar prazer e recompensa.

Através desta logica, se algo nos proporciona prazer (ou dopamina no cérebro) a estratégia ou recurso mais eficaz, é substituir o prazer ocasionado pelo uso do celular,por outros reforçadores que podemos encontrar no nosso ambiente:

Um amor real, atividades esportivas e interativas, a companhia de amigos em uma festa, tentar resgatar hábitos positivos e mantenedores de relacionamentos reais com amigos e principalmente com a família, e assim resgatar o afeto, o carinho, o toque e o “olho no olho”. Em outras palavras, presentificar as nossas vivencias reais.

Fonte: Psiconlinews  – Acessado em 24/05/2017

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